sexta-feira, 29 de maio de 2009

Sobre o vídeo abaixo

Não entendi o motivo, mas o texto sobre o vídeo postado logo abaixo - que eu mandei diretamente lá do Youtube - não saiu.
Portanto, aqui vão as minhas considerações a respeito:
Foi aberto um interessante debate numa postagem sobre bateristas no blog IPSIS LITERIS (link aí do lado direito), resultante de uma recente matéria publicada no jornal capixaba "A Gazeta". Daí, surgiram vários comentários, opiniões, indicações, listas, enfim, subjetividade à toda prova, como é normal acontecer.

Só para dar "mais corda" a essa infindável discussão, puxei este vídeo do Youtube que foi indicado por um dos comentaristas daquele blog.
O moço é bom mesmo, claro, componente da banda RUSH e consta da lista dos melhores entre o pessoal da área roqueira, que não é a minha praia, como sabem.

Eu estou entre aqueles que não concordam com esse negócio de "o melhor" neste ou naquele instrumento, porque estou sempre me surpreendendo com novas descobertas - entre músicos novos e antigos - e assim me manifestei também lá no blog do Grijó (como é também chamado). VEJAM LÁ!

Se cada um for organizar listas com os bateristas que considera "os melhores", a coisa não vai ter fim, né? São tantos em épocas, estilos, técnicas e sonoridades diferentes que o melhor - e pra mim o principal - é prestar atenção na MÚSICA.

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9 comentários:

Sergio disse...

Já eu, antes de mais nada, sou roqueiro. Embora quase não escute mais rock - ou muito menos do q normal para quem acredita ser o rock o responsável por sedimentar esse vício por música. Então não dá pra desprezar onde tudo começou. Me sentiria um traidor do movimento - sério. Agora, o Rush sempre achei bem chatin vragarái. Ainda bem q estou num blog jazzy. Tem fã por ai q tá arriscado a querer bater em quem fala mal de Rush. Mas como aqui tou protegido, acho a voz do baixista bem desagradável e me parece uma banda indecisa, nem lá nem cá, q não sabe se é prog. ou hard. Em contrapartida não dá pra negar q os músicos tocam muito! E esse batera então nem se fala. É um monstro o desgraçado. Tu q é batera, sabe melhor que eu.

Um toque: Acho q teu blog está meio pesado. Por exemplo, tou super afim de ver o vídeo solo do Neil, mas já vim aqui 3 vezes e mal consegui ler o texto pq ele (o blog, não o vídeo) fica travando direto. Como meu micro está morrendo, pode ser q seja só uma incompatibilidade qualquer. Mas q não acontece em outros blogs, só aqui. D uma checada.

Vi o teu comentário entusiasmado lá no Jazzseen sobre a menina canadense Nikki Yanofsky. Estou seriamente inclinado a postar esse álbum. Então be my guest, só pelo teu entusiasmo, de escutar em 1ª mão o álbum da menina. Quando eu postar, quem sabe vc já não terá uma opinião formada sobre o assunto, q tal?

Link:
http://www.4shared.com/file/108740445/bfbf51b/Nikki_Yanofsky__Ellaof_Thee_I_Swing__2008.html

Abraços!

figbatera disse...

Caro Sergio,
suas opiniões são muito importantes aqui.
Quanto ao problema relatado por vc sobre o "peso" do blog, na minha máquina não tenho tido nenhuma dificuldade; nenhum dos outros (poucos) comentaristas que me visitam tb nunca reclamaram nada.
Espero que tudo se resolva rapidamente.
Sobre a jovem cantora, vou baixar o álbum e escutar com atenção; pelo que já vi no Youtube, achei a menina muito boa mesmo. Mas é claro que seu grande talento poderá (ou não?) se desenvolver ainda mais com a maturidade.
Obrigado e abração procê!

Vitor Garcia disse...

Grande Olney! Eu sou roqueiro e vc sabe disso... acho que é o estilo que mais escuto. De qq forma sou apaixonado pelo jazz, por influência sua claro, e não fico sem apreciá-lo. Assim, posso falar: não dá pra comparar um batera de rock com um batera de jazz! O jazz é muito mais complexo, imprevisível e dinâmico; o caboclo tem que tocar MESMO! Não dá pra enrolar... Respeito o Barone e tantos outros, mas, cada um com seu cada qual... A propósito, sobre o comentário so sérgio aí em cima, eu, cá da minha maquininha, consigo navegar bem por aqui; lógico que no youtube os vídeos carregam bem mais rápido do que qualquer lugar em que os vídeos do mesmo rode. Enfim.

Abraços!

figbatera disse...

Valeu, Vitor, concordo inteiramente com vc...

Roberto disse...

REALMENTE, GENEROS A PARTE, O PRINCIPAL SERÁ SEMPRE A MÚSICA.

ABRAÇOS MUSICAIS

Érico Cordeiro disse...

Grande Figbatera,

Também li a resenha do Grijó e, embora não seja músico, concordo com o que ele escreveu.
Tenho um amigo que é percussionista e recentemente fez uma oficina com o Chocolate, baterista que atualmente toca com Lulu Santos, e ele me disse que tocar rock é infinitamente mais simples que jazz e a chave é exatamentee a complexidade que se exige e as constantes alterações na harmonia e no ritmo, próprias do estilo - e o Chocolate falou muito sobre essa diferença.
É claro que não se pode menosprezar os grandes bateras roqueiros (Neil Peart desde que eu me entendo por gente está entre os grandes), mesmo porque também adoro rock, mas li em algum lugar (acho que no Jazz: do Rag ao Rock) sobre um duelo entre Art Blakey e Ginger Baker, com vitória do primeiro.
Além disso, o uso das escovas, recurso típico do jazz, dá uma leveza à bateria que os roqueiros dificilmente conseguem obter.
Grande abraço!

figbatera disse...

Bem lembrado, Érico, a difícil técnica com as escovinhas(ou vassourinhas) é outra das grandes habilidades dos melhores bateras da área do jazz.

LeoPontes disse...

Olá Érico, Vitor, Roberto e Sergio.
E por falar em vassourinhas, nosso amigo Olney é craque !! Sempre falo que agradeço por Deus ter me permitido encontra-lo e participar de nossos encontros das sextas-feiras onde viajamos no background ritmico do Jazz e da Bossa-Nova, ele com sua batera e eu com o contrabaixo.Cada encontro é um novo aprendizado e isto é a dinãmica desta grande arte que é a musica.

Abçs a todos.
PS: Aí Vitão, soube que arrebentou no casamento do leo e da Camila.

figbatera disse...

E o amigo Leo fazendo propaganda enganosa...rs