quinta-feira, 12 de novembro de 2009

No PODCAST 1

Sei que ando relaxado e não tenho postado nada aqui neste espaço; na verdade, após o Festival TUDO É JAZZ em Ouro Preto, não viajei mais e não tenho tido material para o blog.
Aqui em minha cidade não tenho oportunidades pra tocar; são poucos os músicos que abraçam o meu estilo (prevalecem o forró, o breganejo, essas "coisas") e fico meio perdido, apenas treinando um pouquinho em casa, pra não perder de todo o jeito.
Estou ainda esperando o dia em que o Salsa, como prometido, apareça por aqui pra gente fazer uma noite de bossa-nova (principalmente) e um pouquinho de jazz.

Pra "agitar" um pouco, coloquei mais duas músicas no Podcast 1 (v.à direita) com o excepcional baterista ALAN DAWSON e uma banda de arrepiar, arquivos de um álbum que me foi gentilmente enviado pelo grande blogueiro e amigo ÉRICO CORDEIRO.

APROVEITEM!

*****

18 comentários:

Érico Cordeiro disse...

Ô seu Fig,
Vamos criar aí em Cataguazes um clube de jazz - arregimente a turma e baixe o sarrafo nos couros da bateria!!!!
Grande abraço e não fique tanto tempo sem postar!!!!!

figbatera disse...

Quem dera, mestre Érico, já é difícil pra mim arrumar 2 músicos pra fazer um somzinho aqui em casa...

pituco disse...

mr.fig,

valeô o post e músicas...aliás,recebi esse arquivo do érico tb, mas infelizmente, não consegui abri-lo...

imagino como seja difícil pro músico ficar apartado de seu instrumento e companheiros de som...eu já optei pelo violão e voz pra não sofrer desse ostracismo involuntário...rs...

mas, como afirmava minha saudosa noninha...'a montanha vai a maomé'...rs

vibes sonoras pra ti
abraçsons pacíficos

figbatera disse...

Obrigado, pituco,pela amável visita.
De fato, o violão & voz resolve o problema; já eu, dependo de outros pra animar a festa.
Tenho que sair à cata dos "Maomés"...

Celijon Ramos disse...

Fig, obrigado pela visita sempre bemvinda. Que bom que gostaste do conto, que é de Augusto Pellegrini, que me permitiu a publicação no blog.

Abração!

Edinho disse...

Fig ,
Valeu a sua visita e o incentivo para a blog ir pra frente . Pelas fotos que vi no seu blog, e os comentários deixados , sei que está em boas companhias.
Apareça lá em casa, pois coloquei alguns discos que acho que você vai gostar,
e quem sabe um dia, não trocaremos algumas figurinhas ?
Abraços ,

Salsa disse...

Ô, rapaz,
esse ainda é meu plano: fazer um som em Katá. Deixa o vermelho do banco diminuir um pouco...

figbatera disse...

Muito bem, Edinho, e já coloquei tb o seu blog na minha lista ali à direita.Abração!

Tudo bem, Salsa, quem sabe um dia...(a sua vinda, não o fim do vermelho, rs).
Mas eu tbm preciso ir a Vitória, onde o jazz rola solto, graças a vc e uns poucos mais, né?

John Lester disse...

Mestre Olney e sua conversa de mineiro, que isso, que aquilo. Quase um mês deitado na rede da varanda, sem postar nada, só ouvindo os álbuns que ganhou de Mr. Cordeiro. Ê vidinha mai ou menos!

Ah! Será que você conhece o baterista maneta do Deef Lepard? Vou escrever algo sobre ele lá no Jazzseen qualquer dia. Um exemplo a ser seguido! rs

Grande abraço, JL.

figbatera disse...

Caro Lester, sempre bem-vindo com seu conhecimento e humor.
Não conheço o tal batera; aguardo sua resenha a respeito lá no Jazzseen. Fiquei curioso.
Abração!

Érico Peixoto disse...

Grande Olney! Obrigado por suas palavras! Apareça sempre, pois sempre és bem-vindo.

Quanto ao seu desabafo, sobre não ter com quem tocar, penso que compreendo seu sofrimento. Não sou músico (apesar de possuir um trompete), mas entendo sua dificuldade em encontrar pessoas com interesses musicais semelhantes. Aqui em Fortaleza é assim, com essa coisa medonha chamada forró. Felizmente existem alguns lugares (poucos, bem verdade) em que encontramos alguma luz.

Grande abraço e até a próxima!

LeoPontes disse...

Deixe eu dizer algo sobre o grande baterista que ele é, pois tive o prazer de tocar com ele anos a fio.A vida é cheia de surpresas e por conta disto grupos se separam.E quando separam não quer dizer que pararam. As vezes certas coisas tem que acontecer pra gente dar mais valor ao que sabemos fazer.E como diz o ditado, quem sabe faz ao vivo, nós o assim fizemos quando foi possivel. E quando foi possivel, foram inesquecíveis. Um grande aprendizado pra nós todos.
É a vida que segue !

Abrçs a todos
Leo Pontes

Valéria Martins disse...

Seus problemas acabaram: basta viajar a Paris, onde está em cartaz até 17 de janeiro a exposição "We want Miles", na Cidade da Música de lá. Segundo matéria em O Globo, hoje, a mostra é maravilhosa e imperdível!

Beijos!

figbatera disse...

É mesmo, Valéria, um programaço que eu gostaria muito de presenciar.

Grijó disse...

Caro Olney, va me deu bons motivos para ouvir "The Milestones JazzStars", com alan Dawson na batera, Rollins no sax, Ron Carter no baixo e o bom e velho McCoy Tyner inspiradíssimo.

Isso é bom.
Valeu

FG

Valéria Martins disse...

Comprei um CD bem baratinho, mas que estou adorando: Oscar Peterson e Stephane Grappelli tocando juntos. Suave, harmonioso, uma delícia! Comprei no supermercado, acredita? R$ 10,00. Agora eu já sei e sempre procuro coisas legais lá. E acho!

Beijos, querido Fig

figbatera disse...

Muito bem, Valéria, bom proveito!
Obrigado pela visita.
Bjs. procê tbm...

Érico Peixoto disse...

Estás ausente deste espaço, mestre Olney. Todos sabemos como é isso. Algo compreensível, de fato. Se observar os arquivos de meu blog, perceberá que passei alguns meses em outros mundos. Apesar de tudo, devo dizer que seus posts fazem falta.

Um grande abraço e até breve!